sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Love don´t live here


Well this heart of mine
Has been hardened like a stone
It might take some time
To get back what it gone
But i'm movin' on
And you don't haunt my dreams
Like you did before
When i would curse your name

Well i heard the news
That you were back in town
Just passin' through
To claim your lost and found
But i'm over you
And there ain't nothin' that
You could say or do
To take what you did back
Well you got nerve to waltz right in
And think what's mine is yours again

Well i've been doin' fine without you
Forgettin' all the love we once knew
And girl i ain't the one who slammed that door
But now you say you've changed you thinkin'
But i ain't got a heart for breakin'
So go and pick your bags up off my floor
Cuz love don't live here anymore


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Clarice.



"Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio.
Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer... Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca..."

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Saudade Somente Saudade

Como dizia Clarice Lispector: “Saudade é o sentimento mais urgente que existe...”

E como amenizar a saudade de alguém tão distante?

A verdade é que não existem métodos, receitas ou palavras de conforto para mudar esse sentimento.

João Castor era assim que era chamado meu avô, um homem sério, dinâmico que nos anos 70 implantou a 1º divulgadora na cidade de Gravatá, foi pioneiro da comunicação, tinha uma voz que chamava atenção nos lugares onde ele passava.

Quando meu avô faleceu eu era muito pequena, infelizmente não me recordo, mais me encho de encanto ao escutar histórias que minha avó Zuleide, familiares e amigos me falam.

Tenho orgulho de ser Neta de um homem tão brilhante como ele foi, trouxe para Gravatá o que tinha de mais moderno na área da Publicidade naquela época, além de trazer para O Cine Teatro Holanda artista como: Nelson Gonçalves, Altemar Dutra, Núbia Lafayette entre outros. Antes de se tornar Locutor, ele pintava, fazia serestas e gostava de escrever poemas.

J. Castor vai ficar marcado para sempre na memória de todos os Gravataenses que lhe conheceram ou que simplesmente foram tocados pela sua incrível voz.

Tenho certeza, que ele está em um lugar bem melhor do que o nosso e hoje com o meu coração cheio de alegria que escuto as gravações que tenho dele feitas pelo meu pai.

Dayane Castor.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Vambora


Entre por essa porta agora
E diga que me adora
Você tem meia hora
Prá mudar a minha vida
Vem, vambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva...

Ainda tem o seu perfume
Pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara?
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Na cinza das horas...

Clarice.


Minha alma tem o peso da luz.

Tem o peso da música.

Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita.

Tem o peso de uma lembrança.

Tem o peso de uma saudade.

Tem o peso de um olhar.

Pesa como pesa uma ausência.

E a lágrima que não se chorou.

Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Fernando Pessoa


Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão

Charles Chaplin



Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

The True


Ele queria ela e outras; ela sofria, ele nem ligava; ela chorava, ele ria; ela falava, ele não ouvia; ele mentia, ela acreditava; ela o esperava, ele não voltava. ela queria coisa séria, ele só queria se divertir; ela demonstrava seus sentimentos, ele brincava com seus sentimentos; ela sorria pra ele, ele ria dela; ela acreditava em tudo que ele dizia, ele dizia o mesmo para αs outras; ela se iludia, ele alimentava a ilusão; ela espera por ele, ele já está em outra. ela ama, ele gosta; ela fazia tudo por ele, ele dizia não se contentar com tão pouco; ela achava que ia dar certo, ele tinha certeza que ia dar errado; ela queria pra sempre, ele só por um momento...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Clarice


É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas.

É tão silencioso. Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois?

Dificílimo contar...

Olhei pra você fixamente por instantes.

Tais momentos são meu segredo.

Houve o que se chama de comunhão poerfeita.

Eu chamo isto de estado agudo de felicidade.